Basta! Por um sistema de saúde melhor.

Basta! Basta de greves. Só se prejudicam e aos pacientes, fazendo descer a confiança nos sistemas de saúde nacional pública. Ou então, se querem fazer greve a sério pelos vossos direitos, peguem em vocês e vão para a frente do parlamento gritar pelos vossos direitos, durante dias, semanas, o que for. Gritem bem alto, façam a população se revoltar com isto, juntando-se a vocês. Lutem, sem armas, sem violência, com as palavras. Ameacem parar todo o sistema de saúde. Assim serão ouvidos. Em vez de essas greves a conta-gotas, simplesmente resolvam o assunto de vez! Chega de adiamentos de consultas, operações, etc. Façam tudo de uma vez, assim o adiamento é só um, não há mais falsas esperanças.

E agora o sistema privado está a terminar os seus contratos com a ADSE. Se os hospitais já eram um caos, pior vão ficar. O que precisamos é de mais hospitais, mais equipamentos, mais enfermeiros, médicos, etc. A saúde é uma área na qual NUNCA se devia cortar no orçamento. E, sendo o Primeiro-Ministro diabético, deve saber bem o que é ter de esperar por equipamento médico para a sua saúde.

E assim termino, com um chamamento à razão não só aos serviços de saúde, mas, também, ao poder que se esquece que também eles dependem (imenso) do serviço de saúde.

Ana Sophya Linares

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Mais uma vez, Neto de Moura

Portanto, Sua Excelência o juiz desembargador Neto de Moura decidiu, por fim, levar em frente a sua (falhada) tentativa de processar um grupo de ilustres portugueses porque foram contra a sua opinião de julgado. Digam-me, quando voltamos a 1950? Salazar ressuscitou e tomou esta forma ignóbil?

Teria mais sorte a roubar na estrada que a levar um cêntimo que seja deste ilustres. Pois, por trás deles, existem milhares de portugueses insatisfeitos com as suas ideias em relação ao adultério e castigo por tal.

Suspeito (mas isto sou eu) que, tal como em Espanha se juntou um grande grupo de homens e mulheres contra o julgado dos ‘La Manada’, que os absolvia, em que o movimento ‘Yo si te creo’ só acalmou com o novo julgamento e condenação do grupo, algo similar se venha a juntar em Portugal. E o movimento há de se chamar, sem mais nem menos, Neto de Moura é Corno. Algo com piada, que facilmente seria olvidado, não fosse a insistência do próprio Neto de Moura em bater na mesma tecla.

 

Desejo a maior das sortes aos acusados desses processos, aconselho a levar umas atitudes desrespeitosas para com as mulheres e armas com o intuito de atacar mulheres por perto. É certo que facilmente conseguem a absolvição.

Desejo também que a sua excelência o Juiz desembargador Neto de Moura tenha sucesso a roubar na estrada, pois dali não leva nada.

Este processo é simplesmente ridículo. É a liberdade de expressão contra as últimas barreiras do salazarismo.

 

Ana Sophya Linares

Juiz Neto de Moura e a sua perda de juízo

Então, é assim. Ainda não saiu a lista completa dos processados pelo juiz Neto de Moura. Mas, cheira-me, a lista vai ter bem mais de vinte nomes. Pois estão todos a unir-se contra ele.

Ele é que faz acórdãos polémicos e os outros é que têm de pagar pela SUA falta de juízo?

E discordo noutro ponto, parece que Neto de Moura quer pedir indemnização por danos morais. Que danos, pah? Aqueles que fizeste a ti mesmo, ao libertares um homem que rebentou um tímpano a uma mulher, ou outros tantos acórdãos estúpidos assinados por ti? Ainda te perguntas porque a justiça não protege mais as vítimas de violência doméstica?

Vamos por partes. O que serão as tais vítimas de violência doméstica para Neto de Moura? Para mim, está na cara que, para ele, são os agressores.

Já agora, quer indemnização? Vá roubar para a estrada.

Assinem a petição para retirar o juiz Neto de Moura do seu cargo.

Fica a dica

Ass. Ana Sophya Linares

Ex-bancário tem várias atitudes estranhas e perigosas, vizinhos nas Laranjeiras apelam à intervenção das autoridades – in Jornal I

Adorava conhecer o homem! Em vez de pacato e aborrecido, este homem dedica-se à ‘brincadeira’ de, entre outras coisas, lançar garrafas de água congelada pela varanda.

Por mim, acho que se queimou algum fusível na cabeça dele, com a reforma. Será que mora sozinho? Bem, nenhuma mulher aceitava o seu comportamento.

“Carrega nos botões todos do elevador, rouba água na garagem e até tira a publicidade do correio para depois atirar pela janela”, diz um vizinho, segundo o Jornal I. Isso são atitudes de puto que precisa de que os pais lhe deem mais atenção. O problema é que já não deve ter pais, penso eu. E as autoridades nada fazem. Bem, para um reformatório juvenil não o podem mandar. Mas olhem que umas noites num instituto psiquiátrico deveriam lhe fazer um bem desgraçado.

E, pesa ainda, na notícia não referem (ainda) o passado do homem. Terá mesmo sido a reforma a causa desta insanidade? Será que ele fazia alguma ‘piadinha’ destas com os clientes do banco?

Estou curiosa.

Juiz Neto de Moura e os seus juízos.

Ora então não era suficiente mau o juízo da mulher adultera, quanto mais agora retirou uma pulseira electrónica a um homem porque, vá lá, o homem antes só se lembrou de atacar uma mulher com palavras, depois é que lhe rebentou um tímpano. Mas atenção, foi só uma vez.

Portanto, ele desconhece o termo ‘violência crescente’. Para ele tal não existe. Existe atos de uma vez só e os homens serem como as criancinhas, precisam é de apoio moral. Cá para mim o que precisavam era de educação. Aulas educacionais para esses atrasados mentais (perdão o termo, não pretendo ofender quem padece dessa doença), esses desgraçados que acham que a mulher é boa é para bater. Tenho pena da mulher dele. E das filhas dele. Dessas, então, nem se fala.

Mas fazem tanta investigação e ainda não se lembraram de investigar a vida familiar do Juiz Neto de Moura? Aposto que encontravam alguns podres bem ‘fresquinhos’.

Sei que o senhor Juiz já foi seminarista, mas acabou expulso. ‘Motivo? Além da falta de vocação, Joaquim participara numa pantomina colectiva destinada a alertar a hierarquia beneditina para as condições precárias das casas de banho, que terá colagens de fotografias de mulheres em poses, digamos, pouco cristãs.’, in Visão.

Segundo o primeiro acórdão polémico de que tivemos conhecimento o desabafo do Juiz Neto de Moura foi, segundo a Visão: ‘Em privado, junto de amigos ou conhecidos, sobressaltados com o teor do acórdão e as reacções, Neto de Moura terá insistido na tese do que o adultério “não justifica, não desculpa, nem menoriza o comportamento violento do agressor, mas tem de ser levado em conta na graduação da culpa”’.

Portanto a culpa da mulher apanhar é dela, que foi adultera. O homem tem razão quando se exalta, se a mulher não lhe foi totalmente fiel. Humilhou-o, desonrou-o (sim, porque a honra é para aqui chamada).

Deixo aqui alguns extractos de acórdãos do Juiz Neto de Moura retirados da Visão, para opinarem (como eu):

“É recorrente a tentativa de justificar os maus tratos conjugais com a infidelidade da mulher e se, por vezes, o comportamento adúltero da mulher é uma realidade, a experiência revela-nos que, na grande maioria dos casos, a imputação não passa de invenção do maltratante.”

TRIBUNAL DE LOURES, 2004

. Mais um caso de que ‘a culpa é da mulher, que o traiu.’

 

“Ao contrário do que sugerem os media (que só se interessam pelo problema quando isso lhes permite conquistar audiências, designadamente quando a vítima é alguém do chamado “jet-set”), não se verifica um recrudescimento do fenómeno da violência doméstica e em particular da violência contra as mulheres. O que acontece é que a maior transparência das relações familiares confere visibilidade a atos que antes ficavam escondidos no universo fechado em que a família se estruturava.”

TRIBUNAL DE LOURES, 2004

. Neste, concordo.

 

“Há que ser cauteloso e evitar visões maniqueístas das situações: nem sempre o arguido (normalmente, o marido ou o companheiro) é o demónio e a (o) ofendida (o) o anjo, a vítima cândida, inocente e indefesa que merece todo o crédito”

TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE LISBOA, 2012

. Sim, porque é a vitima que vai buscar a arma para o marido a atacar, por ter perdido a paciência com a vitima.

 

“Como é que se concebe que duas pessoas tenham convivido como marido e mulher durante tanto tempo se era frequente o homem (o arguido) agredir física e psicologicamente a mulher (chegando ao ponto de lhe apontar à cabeça o que, tudo indica, seria uma arma de fogo), maltratando-a, humilhando-a e atentando contra a sua dignidade pessoal?”

TRIBUNAL DA RELAÇÃO DO PORTO, 2014

. Também pergunto porquê. Talvez por causa da justiça lenta e, muitas vezes, discriminatórias de Portugal…

Joana Bento Rodrigues e a sua opinião sobre as mulheres.

Ternurentas. Todas, porque está na sua natureza. Abdicam de muito na vida em nome da maternidade, da família.

Tanto tema pontual… Eu discordo, na integra, com a opinião de Joana Bento Rodrigues. Nem todas as mulheres são assim. Dá-me ideia que ela tem falado com o Juiz Neto de Moura. Não duvidava nada. Ambos crêem numa mulher que, hoje em dia, está em mudança. Isso de ter prazer em arrumar as suas coisinhas só se aplica quando a mulher mora sozinha ou com os filhos, e estes ajudam. Se for com homem, ele que se ponha a pau, que mexa os bracinhos e ajude, senão não vejo o prazer que possa ser retirado daí.

Ternurentas. Conheço poucas. E os filhos, às vezes, tiram-nos a paciência para ternuras. Isso sem falar nos homens, que pensam que é a como na casa da mãezinha, que a mulher é que tem de fazer tudo.

Esta opinante, Joana Bento Rodrigues, deve ter empregadas. Não deve ser fácil ser medica ortopedista, membro da TEM/CDS, mãe (suponho eu) e colunista no observador. Sim, porque as ideias não vêm do nada. E, ocupada como ela é, pior.

Só assim ela pode desfrutar de, verdadeiramente, de todos os prazeres de uma vida estável. Porque duvido que o marido tenha mais tempo livre que ela. Aliás, ela, no texto, comenta que as mulheres fazem sacrifícios por causa dos homens, que trabalham mais horas, abdicando elas de vidas profissionais mais intensas em prol dos filhos.

Ora, com a vida profissional dela, não a vejo a abdicar de nada. Será um ‘Faz o que eu digo, não o que eu faço’?

Fica a dúvida.

Redimir-me

Boa tarde. Venho aqui redimir-me das criticas que fiz ao Conan Osíris. Sugiro que façam como eu e vão ver o vídeo que ele fez para a NOS, ‘A minha casinha’. Tem, realmente, uma voz diferente. O dançarino é que parte aquilo tudo. Eu sei que ele está a tentar dançar algo entre kuduro e contemporâneo. Não consegue nenhum dos dois. Parece um epiléptico a ter um ataque, sinceramente.

Também vi um vídeo de Kiko is hot, onde tenho de lhe dar razão. Conan Osíris está presente desde a concepção da musica à escrita das letras. Pena é que sejam a primeira coisa que lhe venha à cabeça. Digam lá se não ficava melhor assim:

Escrevi uma carta para o céu.

Deitei-a ao fogo da lareira.

Chegou lá inteira,

Um ténue véu de fumo.

 

Chegou lá em inteira.

Há quem não queira acreditar,

Mas a história é verdadeira

Não só para quem queira sonhar…

 

Pronto, ficou aqui um pedacito de um poema escrito por mim, que dava para substituir a outra letra. Porque a base está lá. É só modificar as coisas.

Quanto ao dançarino, a sério. Não. Ele que vá ter aulas de dança, que até tem boa ginástica para isso. Não, não e não.

Um estudante foi detido pela PSP, no centro da cidade do Porto, com haxixe suficiente para cerca de 1.212 doses individuais.

Um estudante, muito ‘trabalhador’, foi detido, por tentar sustentar as propinas (que estão altíssimas) com a venda de haxixe. 1.212 doses, um número muito especifico. Dava para fazer uma festa, é o que é. Mas ele decidiu fazer o ‘sacrifício pessoal’ e vendê-la, em prol das suas propinas.

Alguém mais tem a noção que entre comprar um carro novo e pagar todas as despesas relativamente à universidade, há pouca diferença? Devia ser proposto o mesmo aos alunos do 12ª: Cidadão, queres ir para a universidade sofrer, fome até, para seres um doutorado, ou preferes, com o dinheiro todo que iria ser gasto nas tuas despesas, comprar este novo carro elétrico com ajuda do governo?

Creio que muitos iriam ponderar sobre o assunto. Conseguir um automóvel topo de gama com esse dinheiro e entrar diretamente no mercado de trabalho. É pena é que o mesmo esteja difícil. Que o diga esse estudante apanhado com o haxixe. Difícil principalmente para os estudantes, que apenas podem trabalhar algumas horas por dia.

Bem, falando sério, com algum dinheiro ele conseguiu essas doses, que a droga não é de graça, creio eu. Esse dinheiro estaria melhor investido se ele não fizesse a borrada de tentar vender droga. Enfim.

‘Socialistas dizem que ex-primeiro-ministro só aparece para ‘torcer que as coisas corram mal’’

Parece óbvio que não. Foi um primeiro-ministro muito odiado, com uma árdua tarefa de corrigir as contas, mas tivemos a consciência de saber que precisávamos dele.

Eu acho que o grande erro em relação a ministros foi José Sócrates. Ele fez uma tal limpeza de imagem que se esqueceram do terrível ministro que foi.

Já Assunção Cristas fez uma limpeza de imagem magnifica durante o governo do PSD-CDS. Pena que tenham vindo a publico os podres (venda do pavilhão Atlântico por um terço do valor, plantação excessiva de eucaliptos que contribuíram para a intensidade dos incêndios nos anos seguintes…).

Mas, voltando à conversa inicial, Passos Coelho tem uma certa razão. Quando o PSD cortou na saúde, choveram criticas contra o governo de então. Agora que o campo se inverte, PS acusa PSD de ser culpado por isso, quando, na verdade, muito veio do governo de Sócrates, do qual António Costa fez parte.

Tenham atenção: Passos Coelho não apareceu para torcer que as coisas corram mal. Ele não tem a necessidade disso. Ele veio a público para lembrar que os erros passados começaram assim.

Ursos em Portugal

Andam à procura de ursos em Portugal. Um, em particular. Mas há tantos na rua que se torna difícil distingui-los. (Estou a brincar, claro). O urso que eles procuram vagueia pelo Norte de Portugal. Não conheço a área, porém com os incêndios que têm havido nos últimos anos, acho estranho um urso conseguir esconder-se tanto. Contudo lá está; não conheço a área em questão.

No entanto, uma imagem que não me sai da cabeça é um documentário espanhol sobre a (intensiva) caça aos ursos que se pratica nesse país. Terá o urso atravessado a fronteira para fugir a essa caça? Provavelmente.

A minha opinião em relação à caça diverge, é consoante as condições. Se for um animal em perigo de extinção, mesmo sendo perigoso para o ser humano e animais em redor (como é o urso) sou contra. Se for um animal que não pertence sequer a esse meio de ambiente, que destrói várias culturas e ameaça outros animais autónomos e humanos, tendo já o titulo de praga, como é o caso do javali no Uruguai, sou a favor.

Mas, atenção, acho que a caça em excesso é exagero. Deviam dar o fruto dessa caça para o comercio ou para instituições.

E pronto, anda um urso esguio no Norte de Portugal. Oxalá prolifere e traga consigo um pouco mais de diversidade animal ao nosso país.

Ex-mulher de Sócrates justifica fortuna com amizade.

Putz, ela pode estar a falar a sério. Pode mesmo ser amizade. Que tipo de amizade é essa é que não sei. Mas é uma amizade com muito valor, não haja dúvida. Valor monetário, entenda-se.
‘Geria o dinheiro de ex-marido como se fosse seu, mas vem agora dizer que pensava que o amigo empresário era abastado e dava sem pedir nada em troca.’ (Citação in Correio da Manhã)

Ora bem, o que dizer a isto? Se geria mesmo o dinheiro dele, sabia a verdade sobre a situação financeira de Sócrates. Isso é tão óbvio como Conan Osíris não cantar nada.
Pensava que era abastado!? Tu sabias a situação dele. Sim, tu.
E, se geria o dinheiro dele, sabia das amigas do ex-marido e as formas de pagamento delas; ‘Lavo-te a roupa, passo-te a ferro.’ Não sei se isto é código para sexo ou tinha mesmo ao seu dispor um séquito de empregadas domésticas de graça. Não se lembrou ele de manda-las à casa da mãe, aquele amor de pessoa. Arrependiam-se logo de ter pedido dinheiro a ele.
Existem coisas difíceis de entender, não é?